sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Alcy Maihoní: Olhares sobre a educação de Nova Iguaçu

Acompanhem o blog do Alcy Maihoní!

Em breve, teremos reportagens exclusivas sobre a educação pública em Nova Iguaçu — abordando temas relevantes para estudantes, pais, professores e toda a comunidade.

Abaixo compartilhamos a convocação da reunião extraordinária do CACS FUNDEB/NI


Alcy Maihoní Rodrigues 

Fórum Popular de Defesa da Educação de Nova Iguaçu

Descarte de resíduos diversos: serviço da limpeza urbana é gratuito em Nova Iguaçu

Solução prática e gratuita para descarte adequado também para grandes volumes de materiais 

Extraído do site da prefeitura de Nova Iguaçu 

Se você precisa se livrar de materiais como resíduos de obras, móveis inservíveis, galhos de árvores, eletrodomésticos, eletrônicos ou até mesmo itens recicláveis, saiba que a limpeza urbana oferece solução gratuita para o descarte adequado. 

Basta solicitar o serviço, que garante a coleta e destinação correta dos materiais, evitando que eles sejam descartados de forma irregular e prejudiquem o meio ambiente e a saúde pública.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Senador Girão enquadra Davi Alcolumbre

O senador Eduardo Girão acusou Davi Alcolumbre de manter o plenário do Senado fechado em fevereiro. Ele disse que nunca havia visto essa situação em seus sete anos na Casa.
Girão cobrou uma CPI própria para investigar o caso do Banco Master, com 51 assinaturas há quase três meses. Ele também pressionou pela análise de pedidos de impeachment contra ministros do STF Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
O parlamentar afirmou que o Senado está desmoralizado e que a CPI da Vaza Toga não foi instalada. A revista britânica The Economist abordou o escândalo, e Girão disse que em países sérios os juízes já estariam afastados.

#alcymaihoni 
Duração vídeo: 00:02:58

Jornalista da Folha de S. Paulo sem noção


Como o Jornal Folha de S. Paulo pode contratar ou se deixar representar por um jornalista que faz uma pergunta como esta, considerada sem noção? Diante desta destacada doutora, eu – sem falsa modéstia –, com base no meu nível de estudo, poderia formular pelo menos 100 interrogações relevantes de interesse público.

#alcymaihoni

terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

Nova Iguaçu e seus contadores de história

Não aparece um indivíduo do governo para dar solução ao problema.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Um lixão ao ar livre no coração do Jardim Palmares

Projeto de ampliação da Via-Light, quando será implementado?

Foto: área da torre da light no bairro Jardim Palmares - Nova Iguaçu 
É
triste, mas não é surpresa, constatar que no bairro Jardim Palmares, em Nova Iguaçu, existe um enorme lixão ao ar livre na Rua Otávio Moreira de Melo. A situação é ainda mais grave quando se sabe que há tempos existe um projeto de ampliação da Via-Light e construção de ciclovias na área, mas que parece estar parado no tempo. Ficou em promessas eleitoreiras vazias.

Terminal Rodoviário é Necessário para o Desenvolvimento do Bairro

O bairro Palmares e adjacências é populoso e carecem de infraestrutura básica para atender às necessidades de seus moradores. A falta de um terminal rodoviário é um dos principais problemas, e bom seria que houvesse linhas de ônibus interbairros e intermunicipais. Passou da hora!

Mas a pergunta que fica é: onde está a Associação de Moradores do Palmares? Será que está inativa? É incrível que uma organização que deveria ser a voz dos moradores do bairro não esteja firme, combativa na luta por melhorias na região.

Outrossim passou da hora de os governantes, incluindo o governador, prefeito, deputados e vereadores, que foram eleitos com votos dos moradores desta localidade, olharem para esta grande região com mais atenção. A vida não é mais pique-esconde! É hora de aparecer e agir resolvendo desta forma os problemas que afetam a qualidade de vida dos moradores do Jardim Palmares.

O que é necessário:

- Limpeza imediata do lixão ao ar livre;
- Implementação do projeto de ampliação da Via-Light e construção de ciclovias;
- Construção de um terminal rodoviário para atender às demandas do bairro

É hora de os moradores do Jardim Palmares serem ouvidos e terem suas necessidades atendidas. É hora de mudar a realidade deste bairro e transformá-lo em um lugar melhor para se viver.

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Chuvas intensas exemplificam falta de investimentos em Nova Iguaçu

Retomar o Projeto Iguaçu é a solução para evitar calamidades 

Por Alcy Maihoní *

O município de Nova Iguaçu está em estado de alerta máximo após o temporal do último sábado (21), que atingiu 26 bairros e deixou a cidade em situação de emergência. O prefeito Dudu Reina assinou decreto criando um gabinete de crise e a cidade está se preparando para mais chuvas intensas previstas para hoje.

Mas, infelizmente, esse desastre não é uma surpresa. A história se repete em Nova Iguaçu, onde a falta de investimento em infraestrutura e obras de contenção de encostas e macrodrenagem tem deixado a cidade vulnerável às chuvas intensas.

O Projeto Iguaçu, vale relembrar era gerido pelo INEA RJ e Governo do Estado, visava o Controle de Enchentes e Recuperação Ambiental nas Bacias dos Rios Iguaçu, Botas e Sarapuí que foi iniciado em 2007, foi interrompido anos atrás, deixando a cidade sem uma solução eficaz para o problema das inundações. Agora, é necessário incorporar mais 16 bairros aos 23 bairros que já constam no projeto base, totalizando 39 bairros que precisam de atenção urgente para evitar que a situação se repita.
Listagem comparativa dos bairros de Nova Iguaçu que são impactados pelas chuvas torrenciais históricas da estação verão. 

É hora de agir. O governo do estado e a prefeitura precisam trabalhar juntos para trazer de volta (ressuscitar) o Projeto Iguaçu e implementar as obras necessárias para proteger a cidade. A população de Nova Iguaçu merece segurança e dignidade.

O que é necessário:

- Retomar o Projeto Iguaçu e incorporar os 16 bairros adicionais
- Implementar obras de contenção de encostas e macrodrenagem
- Investir em infraestrutura para evitar inundações
- Realizar audiência pública para discutir o NOVO PAC e garantir a participação da sociedade na tomada de decisões
- Criar um plano de contingência para situações de emergência

A cidade de Nova Iguaçu não pode mais esperar. É hora de agir para evitar que a história se repita. Atenção prefeito, vereadores e deputados! Basta de obras paliativas.

*Alcy Maihoní - Ex-membro da comissao executiva de fiscalização e controle social do Projeto Iguaçu /Botas Nova Iguaçu

Chuva expõe falhas no Hospital Geral de Nova Iguaçu

Obras de drenagem e impermeabilização são necessárias para evitar novos incidentes

Foto: CREMERJ - Fachada Hospital da Posse

O Hospital Geral de Nova Iguaçu, conhecido como Hospital da Posse, é uma unidade de saúde fundamental para a população da região e demais municípios da Baixada Fluminense. No entanto, a unidade tem enfrentado problemas recorrentes de alagamento e infiltrações, que colocam em risco a saúde e a segurança dos pacientes e funcionários.

Crédito do vídeo: Pombal News

Na noite de sábado (21), a unidade foi atingida por uma chuva torrencial, que causou o transbordo de uma galeria de águas pluviais e afetou parte dos corredores do hospital. Embora a Secretaria de Saúde tenha garantido que o atendimento aos pacientes não foi afetado, é inaceitável que um hospital de referência como o Hospital da Posse enfrente problemas tão básicos.

A justificativa da prefeitura para o problema é o alto volume de chuvas, mas isso não é desculpa para a falta de planejamento e investimento em infraestrutura. É hora de buscar soluções eficazes e duradouras para evitar que esses incidentes se repitam.

Uma das soluções é contratar uma empresa de engenharia para realizar obras de drenagem, modernizar a precária galeria afetada e também efetuar uma revisão da impermeabilização do telhado. Isso não é um luxo, é uma necessidade básica para garantir a segurança e a saúde dos pacientes e funcionários.

A população de Nova Iguaçu merece um hospital de referência que funcione de forma adequada e segura. É hora de a prefeitura e a Secretaria de Saúde assumirem a responsabilidade e tomarem as medidas necessárias para resolver esse problema de uma vez por todas. Não dá mais a população segurar esta rabiola!

Alô conselheiros de saúde e vereadores façam este tipo de cobranças ao prefeito! 

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Nova Iguaçu sofre com chuva torrencial: prefeitura e governo do estado atuam em ocorrências

Obras de contenção e macrodrenagens são necessárias para evitar novos alagamentos.

Por Alcy Maihoní *
Fotos: prints extraído dos vídeos Portal Nova Iguaçu ao Vivo / Diego Correia

Fim de tarde deste sábado (21), dia em que Nova Iguaçu parou (de novo), foi castigada por uma chuva torrencial que caiu em um curto espaço de tempo, causando transtornos e desafios para os moradores. Desde o início do desastre, segundo o prefeito Dudu Reina, as equipes municipais, em conjunto com o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil, estão trabalhando arduamente em ocorrências, realizando operações de busca e salvamento, e trabalhando na limpeza das vias para restaurar a normalidade na cidade o mais rápido possível.

Dudu Reina, em contato com o governador Claudio Castro, recebeu a garantia de que o Governo do Estado está pronto para oferecer suporte e maquinário para ajudar a cidade a superar as dificuldades. "Peço que, se possível, evitem se deslocar pela cidade neste momento e redobrem a atenção, principalmente em áreas mais propensas a alagamentos e deslizamentos", alertou o prefeito.
Para evitar que situações como essa se repitam, é fundamental serem realizadas obras de contenção de encostas e macrodrenagens nos 23 bairros com históricos de alagamentos. Além disso, a construção de piscinões e galerias de retardo pode ajudar a reduzir o impacto das chuvas intensas e evitar alagamentos.
A implementação dessas medidas pode ser um passo importante para garantir a segurança e a qualidade de vida dos moradores de Nova Iguaçu. É hora de agir para prevenir e não apenas remediar. Enfim, enquanto não há obras estruturais, segurem esta marimba, povo de Nova Iguaçu!

* Alcy Maihoní - Ex-membro da comissao executiva de fiscalizaçao e controle social do Projeto Iguaçu (INEA )

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Nova Iguaçu: a cidade que abandona seus cidadãos nos pontos de ônibus

Um desafio para a mobilidade urbana: a situação precária dos pontos de ônibus em Nova Iguaçu 

Por Alcy Maihoní *

Passageiros na fila de espera embarcando no ônibus Jardim Palmares. Foto: Alcy Maihoní 

A cena é deprimente e vergonhosa. No coração de Nova Iguaçu, na rua Dr. Thibau, o ponto de ônibus da linha Jardim Palmares, operada pela empresa Nossa Senhora da Glória, se apresenta como um verdadeiro símbolo do abandono e da negligência. Sem cobertura, sem bancos de espera, os passageiros são obrigados a enfrentar em pé o sol escaldante ou a chuva torrencial, sem qualquer proteção.

A situação é ainda mais grave quando se considera que a rua Dr. Thibau não é um local apropriado ser um ponto de ônibus, devido ao grande fluxo de pessoas que circula pela área e que torna a calçada ficar estreita. Não é de hoje que a prefeitura necessita construir mais terminais de ônibus. A foto tirada hoje, às 12h ( sol à pino), é um testemunho gritante da falta de compromisso dos políticos da região. Prefeito Dudu Reina e a atual safra de vereadores parecem viver em um mundo à parte, onde os problemas do transporte público não os afetam. Será que eles sabem que seus familiares possam um dia depender desses tristes pontos de ônibus?

A verdade é que a Secretaria de Desenvolvimento Urbano, a Secretaria de Infraestrutura e a Secretaria de Transporte, Trânsito e Mobilidade Urbana parecem ter cruzado os braços, deixando a população à mercê da precariedade.

De acordo com a legislação de mobilidade urbana, a responsabilidade pela manutenção dos abrigos e pontos de ônibus é, geralmente, da prefeitura ou das concessionárias contratadas para a operação do transporte público. A lei impõe aos municípios a garantia de infraestrutura adequada de embarque e desembarque, o que não está sendo cumprido em Nova Iguaçu.

É hora de o prefeito Dudu Reina e a Câmara de Vereadores acordarem para a realidade. É hora de eles começarem a trabalhar para melhorar a vida dos cidadãos, em vez de apenas se preocupar com as próximas eleições gerais. A população merece melhor. Merece pontos de ônibus com estrutura padronizada de qualidade, com coberturas, bancos de espera e iluminação adequada. Merece uma infraestrutura urbana que seja respeitosa e segura.

É hora dos dirigentes das sociedades civis organizadas de exigir mais dos nossos representantes. Exigir que eles façam o seu trabalho e cobrem do COMPURB (Conselho Municipal de Política Urbana e Gestão Territorial de Nova Iguaçu) uma fiscalização rigorosa e inspeções in loco para garantir que os pontos de ônibus sejam adequados e seguros para a população. A deficiência estrutural dos pontos de ônibus configura uma afronta direta aos direitos fundamentais da população usuária do sistema de transporte coletivo. A mudança começa agora. A população de Nova Iguaçu não pode mais esperar.

*Alcy Maihoní - Ex-conselheiro do Conselho Municipal de Política Urbana e Gestão Territorial de Nova Iguaçu - COMPURB.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Escola de samba que homenageou presidente Lula foi rebaixada

Os comunistas esquerdistas detestam a família por uma razão básica: eles compreendem que a família é a base fundamental da sociedade. Uma sociedade composta por famílias robustas, com valores e princípios inquebrantáveis, é muito mais resistente à corrupção e à manipulação para atender aos interesses de poder.

Enfim, segurem esta marimba! 

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

PERIGO: risco de afogamento - Proibido Nadar!

PANTANAL IGUAÇUANO | Prevenção eficaz: o papel da parceria e do diálogo

Por Alcy Maihoní *
Fotos extraídas do site da Prefeitura de Nova Iguaçu 

A Prefeitura de Nova Iguaçu deu um passo importante na prevenção de afogamentos nos territórios de Lagoinha e Km 34, instalando placas proibindo banho, natação e mergulho em três locais ( Pantanal Iguaçuano, Campo do Dionísio  e Prainha do Guandu) considerados de alto risco. A medida, resultado de uma parceria entre a Defesa Civil e a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, visa proteger a população, especialmente em períodos de lazer. As placas foram instaladas na semana passada, concretadas no solo para evitar de serem depredadas e furtadas. 

No entanto, é preciso ir além da sinalização. A instalação das placas, embora necessária, não deve ser vista como uma ação isolada. É fundamental que a Prefeitura da próxima vez que realizar qualquer intervenção por mais simples que seja dentro desta importante área de proteção ambiental é dever que envolva previamente: o conselho gestor da APA Guandu Açu, responsável pela gestão da unidade de conservação, para garantir que as ações sejam alinhadas com as diretrizes de conservação e gestão da área. Além disso, é igualmente importante incluir a associação de moradores da localidade nas decisões e ações relacionadas à segurança e conservação da área. Eles são os verdadeiros conhecedores da região e podem fornecer informações valiosas para o sucesso das iniciativas.

Um ponto crítico a ser destacado é que a instalação das placas parece ter sido feita sem considerar alternativas mais abrangentes, como ações educativas e preventivas que poderiam minimizar os riscos e, ao mesmo tempo, permitir o uso consciente do espaço. Antes de restringir o acesso, talvez fosse possível adequar a área com infraestrutura de segurança e conscientização, promovendo uma abordagem mais equilibrada entre preservação e lazer.

A prevenção é tudo, mas a consulta e a participação da comunidade são fundamentais para que as ações sejam eficazes e sustentáveis. É hora de trabalhar juntos para proteger esta grande região e sua comunidade!

*Alcy Maihoní - Ex-conselheiro de Meio Ambiente da APA Estadual Gericinó Mendanha 

sábado, 14 de fevereiro de 2026

LIMPEZA NO RIO CAPENGA: UM PASSO IMPORTANTE, MAS É PRECISO MAIS

Mais que um rio limpo: Nova Iguaçu precisa de infraestrutura

Foto extraído do Instagram do prefeito Dudu Reina 

A iniciativa do Governo do Estado de ceder maquinário para o desassoreamento do Rio Capenga e seus afluentes é um alívio para os moradores dos bairros Prados Verdes e São Francisco de Paula, em Nova Iguaçu. A medida visa facilitar o escoamento da água e reduzir os riscos de alagamentos durante as chuvas de verão.

No entanto, é crucial que essa ação não seja vista como uma solução definitiva. É fundamental que as autoridades executivas aproveitem essa oportunidade para implementar obras estruturais mais abrangentes e eficazes no combate às enchentes. A limpeza dos rios é apenas o primeiro passo; é hora de pensar em soluções de longo prazo.

A população de Nova Iguaçu precisa de respostas concretas e duradouras para os problemas de drenagem e infraestrutura. É preciso mais do que ações pontuais; é necessário um plano de ação integrado e sustentável para proteger os bairros mais vulneráveis e garantir a segurança de todos. O Rio Capenga naquele território é apenas o começo; o desafio agora é ir além.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

A sensibilidade esquecida: o apelo das professoras de Nova Iguaçu

A educação em jogo: professoras em espera

Por Alcy Maihoní *
Recorte: perfil Instagram do prefeito NI

Em um gesto que revela a angústia e a desesperança que permeiam a vida de muitas profissionais da educação em Nova Iguaçu, uma cidadã fez um apelo emocionante no Instagram do prefeito da cidade. A mensagem é simples, mas carregada de significado: as professoras aprovadas em concurso, que aguardam convocação e nomeação, precisam de sensibilidade e respeito.

São mulheres (e homens) que escolheram a nobre missão de educar, mas que se encontram em uma situação de vulnerabilidade, enfrentando desemprego e dificuldades. O que elas exigem não é um favor, é um direito. Um direito que lhes foi prometido, um direito que é fundamental para que possam exercer sua profissão com dignidade.

A situação é ainda mais grave quando se considera o contexto atual, em que a educação é um dos pilares mais importantes para o desenvolvimento de qualquer sociedade. E são essas professoras, muitas delas mães, pais, responsáveis por famílias, que estão na linha de frente, lutando para garantir que a educação em Nova Iguaçu seja uma realidade para todos.

O apelo da cidadã no Instagram do prefeito é um lembrete de que, por trás de cada número, de cada estatística, há vidas, há sonhos, há esperanças. É um chamado à ação, um pedido para que as autoridades competentes olhem para essas mulheres e homens com a sensibilidade e o respeito que eles merecem.

Afinal, é preciso que as professoras de Nova Iguaçu sejam valorizadas, sejam respeitadas e, acima de tudo, sejam chamadas para exercer o seu direito de ensinar.

É hora de agir. É hora de ouvir o apelo dessas profissionais e garantir que a educação em Nova Iguaçu seja uma prioridade. Elas exigem direitos, não favores. E é nosso dever garantir que isso aconteça.

*Alcy Maihoní - Coordenador do Fórum Popular de Defesa da Educação de Nova Iguaçu 

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Esquecidos pela prefeitura: o drama de Lagoinha

A falta de atenção que prejudica vidas

Toda vez que chove, o descaso aparece. Falta saneamento, sobra prejuízo.

O bairro
Lagoinha, em Nova Iguaçu, está passando por um momento crítico. A água invadiu várias casas no último domingo e, até o momento, ninguém da prefeitura apareceu para oferecer assistência. É um cenário desolador, que reflete a falta de atenção e compromisso da administração municipal com os moradores do bairro.

A situação é grave e exige ação imediata. As famílias afetadas precisam de ajuda para minimizar os danos e evitar maiores prejuízos. No entanto, a ausência da prefeitura é um sinal claro de que os moradores de Lagoinha estão sendo esquecidos.

É inadmissível que, um bairro esteja sofrendo com problemas tão básicos e não receba a atenção necessária da autoridade competente. A prefeitura tem o dever de proteger e servir a população, e é hora de cumprir com esse compromisso. Em época de eleições os políticos aparecem por lá para pescar votos. 

Os moradores de Lagoinha na verdade não estão pedindo muito. Eles apenas querem que a prefeitura faça o seu trabalho e ofereça a assistência necessária para superar essa crise. É hora de a administração municipal acordar e agir.

O que está acontecendo em Lagoinha:

- Água invadiu várias casas;
- Ninguém da prefeitura apareceu para oferecer assistência;
- Moradores estão sofrendo com os danos e prejuízos.

O que a prefeitura deve fazer:

- Enviar equipes de assistência para o bairro;
- Oferecer ajuda para minimizar os danos e prejuízos;
- Tomar medidas para evitar futuros problemas de inundação.

É hora de a prefeitura de Nova Iguaçu, como também a nova safra de vereadores mostrarem que se importam com os moradores de Lagoinha e agir para resolver essa crise.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Vida perdida: Cláudio Fernando e a face da injustiça brasileira

Cláudio Fernando Gonçalves, trabalhador rural, 59 anos, saiu do sistema prisional com problemas de saúde, após passar meses encarcerado em decorrência dos atos do 8 de janeiro. 

Por Ana Sibut *

Mesmo fragilizado, voltou ao trabalho no campo para tentar reconstruir a própria vida. Sofreu um grave acidente de trabalho, ficou 50 dias internado em UTI e morreu hoje, por volta das 6h30min sem que a justiça fosse feita, faleceu sob a imposição de medidas cautelares como o uso de tornozeleira eletrônica, carregando o peso de uma condenação de 13 anos e seis meses de prisão, imposta sem olhar para o ser humano por trás do processo. Isso é o retrato de um sistema que normalizou condenações por crime impossível, ignorou a individualização da conduta, o devido processo legal e tratou seres humanos como peças descartáveis de uma narrativa.

O povo brasileiro não suporta mais isso. Não suporta a banalização da justiça, do direito, da dignidade humana e da própria vida.

Isso jamais será esquecido.

ANISTIA AMPLA GERAL E IRRESTRITA

LIBERTEM OS REFÉNS DO 8/1

LIBERTEM JAIR BOLSONARO.

* Fonte: @AnaSibut - Advogada  (10/02/2026)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Cobrex em Nova Iguaçu: um bairro esquecido pela prefeitura

Lixo e entulho: cenário desolador do Bairro Cobrex

Por Alcy Maihoní 

Bairro Cobrex sem coleta de lixo


O Bairro Cobrex, localizado em Nova Iguaçu, está passando por um momento crítico. Moradores estão denunciando a falta de atenção da prefeitura em relação aos problemas básicos do bairro. O córrego na Rua José Guilherme e Estela Pinto está precisando urgentemente de melhorias, e a coleta de lixo está há vários dias sem ser realizada, deixando as ruas cheias de lixo.

É inadmissível um bairro esteja sofrendo com problemas tão básicos e simples de se resolver. A falta de atenção da prefeitura está afetando a qualidade de vida dos moradores, que estão desesperados por soluções.

A pergunta que fica é: o que está acontecendo com a prefeitura de Nova Iguaçu? Será que o Bairro Cobrex foi esquecido? É hora de exigir respostas e ações. A população merece ter acesso a serviços básicos de qualidade.

Alô prefeito! Alô vereadores!

- Córrego na Rua José Guilherme e Estela Pinto precisa de melhorias;

- Coleta de lixo está há vários dias sem ser realizada;

- Ruas cheias de lixo e entulho.

Bairro Vila Nova: um problema recorrente em Nova Iguaçu: alagamentos e a falta de ação

Moradores de Nova Iguaçu exigem soluções para alagamentos 


Recentemente, moradores do Bairro Vila Nova, em Nova Iguaçu, compartilharam suas preocupações sobre os alagamentos recorrentes na Rua Princesa Cristina com Dom Pedro I. A situação é grave e afeta diretamente a vida das pessoas que ali residem. Toda vez que chove, a água invade as casas, causando transtornos e prejuízos.

É inadmissível que, em pleno 2026, uma cidade como Nova Iguaçu ainda enfrente problemas tão básicos de infraestrutura. Os moradores estão desesperados e pedem ação. "Atenção Dudu Reina, prefeito da Cidade de Nova Iguaçu, moradores reclamam e não é de hoje", diz o texto que nos chegou.

De acordo com relatos, a falta de drenagem adequada e a manutenção precária das ruas são os principais culpados pelos alagamentos. A situação é ainda mais grave quando consideramos que este período da estação verão a qual a cidade está propensa a muitas chuvas intensas.

A pergunta que fica é: o que está sendo feito de efetividade para resolver esse problema? É necessário que as autoridades competentes tomem medidas urgentes para garantir que os moradores do Bairro Vila Nova possam viver com dignidade e segurança.

O que podemos fazer?

- Exigir do prefeito Dudu Reina e da equipe de governo uma solução imediata para o problema dos alagamentos.
- Cobrar a realização de obras de drenagem e manutenção das ruas.
- Apoiar os moradores do Bairro Vila Nova em suas reivindicações.

É hora de agir! Não podemos mais fechar os olhos para essa situação.

domingo, 8 de fevereiro de 2026

Um projeto que pode ser uma oportunidade perdida para Nova Iguaçu

Não vamos trocar o desenvolvimento por um parque

Por Alcy Maihoní *

A notícia de que um ex-vereador de Nova Iguaçu, está mobilizando pessoas e colhendo assinaturas em uma petição online para a criação do Aeroparque de Nova Iguaçu, um parque dentro do Aeroclube, é um exemplo clássico de como uma boa intenção pode ser mal direcionada. A cidade de Nova Iguaçu é, de fato, carente de áreas públicas para o lazer, mas isso não justifica a escolha de um local inadequado e que pode comprometer o futuro da região.

O Aeroclube, infelizmente, está desativado há algum tempo, e a pista de pouso e decolagem não é mais utilizada para atividades aeronáuticas. Além disso, a cabeceira da pista abriga um hospital modular, o que torna ainda mais improvável a retomada das atividades de voo no local.

No entanto, acredito que boa parte da população de Nova Iguaçu sonha e deseja a reabertura do aeroporto, com a atividade de aeronaves de pequeno e médio porte para serviços de carga. A reabertura do aeroporto iria na certa trazer enorme benefícios econômicos significativos para a região, incluindo a criação de volumosos empregos diretos, indiretos e a melhoria da infraestrutura logística.

Nesse contexto, a criação de um parque dentro do Aeroclube pode ser um obstáculo para a reativação do aeroporto. A presença de um parque pode limitar a utilização do espaço para atividades aeronáuticas e comprometer a segurança das operações de voo.

Em vez de criar um parque, seria mais sensato buscar soluções que permitam a reativação do aeroporto, como a realocação do hospital modular e a melhoria da infraestrutura da pista. Isso poderia ser feito em conjunto com a criação de áreas públicas para o lazer em outros locais da cidade.

O que é preocupante é que o projeto esteja sendo proposto sem um estudo detalhado das necessidades da cidade e das possibilidades do local. É fundamental que os responsáveis pelo projeto considerem as implicações de longo prazo e busquem soluções que atendam às necessidades da população de forma sustentável.

Oportuno informar principais fatores técnicos de aviação que inviabilizam o projeto de parque dentro do Aeroclube:

1. Restrição de espaço

A presença de um parque dentro do Aeroclube pode restringir o espaço disponível para as operações de voo, incluindo a pista de pouso e decolagem, taxiamento e estacionamento de aeronaves, caso o aeroporto seja reativado.

2. Segurança

A presença de pessoas e estruturas não relacionadas à aviação dentro do Aeroclube pode aumentar o risco de acidentes e comprometer a segurança das operações de voo, caso o aeroporto seja reativado.

3. Regulamentação

A criação de um parque dentro do Aeroclube pode não atender às regulamentações de segurança e operação de aeroportos, o que pode levar a problemas com as autoridades aeronáuticas e inviabilizar a reativação do aeroporto.

A cidade de Nova Iguaçu, enfim, merece um projeto que seja mais do que apenas um parque, mas sim uma oportunidade para o futuro. A reabertura do aeroporto pode ser uma chance para a cidade se desenvolver e se tornar um polo logístico importantíssimo na região e demais municípios da Baixada Fluminense. 
Vamos trabalhar juntos para fazer isso acontecer.

*Alcy Maihoní - Ex-conselheiro do Conselho Municipal de Política Urbana e Gestão Territorial de Nova Iguaçu - COMPURB.

Cabuçu clama por socorro: a situação crítica da Rua Tegipio

Moradores  à mercê do risco e da negligência 

Por: Alcy Maihoní 

A situação na Rua Tegipio, no bairro Cabuçu, em Nova Iguaçu, é um exemplo gritante da negligência e do descaso que assolam muitas comunidades brasileiras. Moradores, em um ato de desespero e esperança, estendem um convite ao Prefeito de Nova Iguaçu Dudu Reina e aos secretários responsáveis pela Urbanização para que visitem o local e constatem, com seus próprios olhos, a realidade que ali se vive.
Rua Tegipio, bairro Cabuçu - Nova Iguaçu 
Fotos: morador anônimo 

Crianças, idosos e uma idosa com dificuldade de locomoção são alguns dos que enfrentam diariamente os desafios impostos pela falta de infraestrutura adequada. A ponte, construída com as próprias mãos dos moradores, é um risco constante, ameaçando desabar a qualquer momento. Necessário a construção de uma ponte de engenharia com guarda corpo. É um milagre que ainda não tenha ocorrido um acidente grave.

A falta de iluminação pública é outro problema que agrava a situação, criando um ambiente propício para a insegurança e o medo. A Light não instala postes sem uma ponte segura, e a prefeitura alega não poder agir sem a infraestrutura necessária. É um ciclo vicioso que precisa ser quebrado. Que esta rua seja incluída no programa de iluminação de LED. 

O que chama a atenção é a resiliência e a solidariedade dos moradores, que, mesmo diante de tantas adversidades, se unem para tentar encontrar soluções. A iluminação existente, por exemplo, foi providenciada por eles mesmos, em um ato de autodefesa e comunidade. Estranhamente várias ruas ao redor estão asfaltadas menos esta. Por que será?

A presença do prefeito e dos secretários é fundamental para encontrar soluções e evitar que a situação se agrave ainda mais. É hora de agir, de priorizar a vida e a segurança dos cidadãos. A Rua Tegipio não pode esperar mais. É um convite à consciência, um chamado à ação. Que os líderes de Nova Iguaçu ouçam e atendam ao clamor dos seus cidadãos.

sábado, 7 de fevereiro de 2026

A saúde em colapso: o descaso em Nova Iguaçu

Mudança é necessária: a saúde pública em Nova Iguaçu clama por ajuda

Por Alcy Maihoní

Foto: Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI), a gestão é compartilhada, mas a administração é municipal, com apoio do governo estadual.

A situação da saúde pública em Nova Iguaçu é um verdadeiro escândalo. Profissionais da saúde estão sendo deixados de lado, com salários atrasados e falta de insumos básicos para realizar seu trabalho. Outrossim, vereadores e deputados parecem mais empenhados em suas próprias campanhas políticas do que em resolver os problemas da saúde.


É revoltante ver todo o ano como a saúde é tratada como moeda de troca, um cabide de emprego político no município. Muitos profissionais da saúde são assediados e forçados a fazer campanhas para políticos em troca de um emprego ou de um salário. Todavia, quando os salários não são pagos, eles são os primeiros a reclamar. É um ciclo vicioso que precisa ser quebrado.

A saúde pública é um direito fundamental, não um privilégio. É hora de os políticos de Nova Iguaçu colocarem as necessidades da população acima de seus próprios interesses e umbigos. É hora de os profissionais da saúde serem respeitados e valorizados pelo trabalho que fazem.

A situação em Nova Iguaçu é um exemplo clássico de como a política pode ser usada para beneficiar alguns poucos em detrimento da maioria. É hora de exigir que a Prefeitura, Conselho Municipal de Saúde e a Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores façam seus trabalhos dignamente e com a devida transparência em prol da coletividade. Primordial que a Comissão de Fiscalização do CREMERJ realize visitas in loco, traçando um "pente fino" nas unidades de saúde pela cidade e sendo o caso, entre com uma representação junto aos ministérios públicos Estadual e do Trabalho.
A vergonha da saúde em Nova Iguaçu não pode continuar. É hora de agir e exigir mudanças. A população merece melhor. 

Acorda povo! 

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

VAZAMENTO DE CHORUME NO RIO SARAPUÍ - UM CRIME AMBIENTAL EM ANDAMENTO

O preço da negligência: a destruição do meio ambiente e da vida aquática

Por: Alcy Maihoní *

Foto: print extraído do vídeo do Emanuel Alencar
Gestor Ambiental 


Apresento esta análise técnica sobre o vazamento de chorume que está ocorrendo no Rio Sarapuí, um dos principais afluentes da Baía de Guanabara, no estado do Rio de Janeiro. O objetivo é alertar as autoridades competentes sobre a gravidade do problema e exigir ações imediatas para conter o vazamento e responsabilizar os culpados.

INTRODUÇÃO

O Rio Sarapuí, localizado na região da Baixada Fluminense, é um importante curso d'água que deságua na Baía de Guanabara. No entanto, o rio está sofrendo com um grave problema de poluição devido ao vazamento de chorume proveniente do aterro sanitário de Jardim Gramacho, desativado desde 2012. É um escândalo que uma situação como essa persista por tanto tempo sem solução.

CARACTERIZAÇÃO DO PROBLEMA

O chorume é um líquido altamente poluente resultante da degradação do lixo orgânico, contendo substâncias tóxicas como amônia, metais pesados e compostos orgânicos voláteis. A presença de espuma e cheiro de amônia no Rio Sarapuí indica a contaminação do rio pelo chorume. É uma bomba química em andamento, colocando em risco a vida aquática e a saúde humana.

IMPACTOS AMBIENTAIS E SOCIAIS

A poluição do Rio Sarapuí afeta não apenas a vida aquática, mas também a saúde e o sustento dos pescadores locais. O mangue, antes repleto de caranguejos e peixes, está em declínio, e a pesca, uma fonte de renda importante, está desaparecendo. É uma tragédia anunciada, e as autoridades parecem estar de braços cruzados.

RESPONSABILIDADE E AÇÕES NECESSÁRIAS URGENTES

A responsabilidade pela fiscalização e controle do aterro sanitário de Jardim Gramacho é compartilhada entre a Prefeitura e o Instituto Estadual de Ambiente (INEA). No entanto, até agora, nada foi feito para conter o vazamento. É é hora de as autoridades agirem! A impunidade não pode ser mais a regra.

RECOMENDAÇÕES

1. Contenção imediata do vazamento de chorume;
2. Investigação e responsabilização dos culpados;
3. Implementação de medidas de controle e fiscalização eficazes;
4. Recuperação do mangue e da vida aquática;
5. Apoio aos pescadores e comunidades afetadas.

CONCLUSÃO

O vazamento de chorume no Rio Sarapuí é um crime ambiental que exige ação imediata das autoridades competentes. É fundamental que sejam tomadas medidas para conter o vazamento, responsabilizar os culpados e recuperar o meio ambiente afetado. A Baía de Guanabara e seus habitantes merecem um futuro mais sustentável e saudável. É hora de as autoridades serem responsabilizadas!

Referência: Denúncia: chorume sem tratamento em um dos principais rios da Baía de Guanabara. Vídeo disponível em [ https://www.instagram.com/reel/DUYvUzLCTNy/?igsh=NW14eDYyZ3E1czAx ], acesso em 06 de fevereiro de 2026.

*Alcy Maihoní - Ex-conselheiro da APA Estadual Gericinó Mendanha