terça-feira, 25 de agosto de 2026
Postura de Caiado se destaca em entrevista com interrupções
Projeto Agro-Mirim transforma escolas em Nova Iguaçu e leva consciência ambiental às crianças
Da terra à sala de aula
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| Com Edson Monteiro, do Pantanal Iguaçuano, executor do Projeto Agro-Mirim nas escolas em Nova Iguaçu Foto: Alcy Maihoní - 24/08/2026 |
Este material jornalístico é resultado da atividade de extensão "Repórter em Ação e Sustentabilidade", desenvolvida no curso de Jornalismo da Unicesumar. O objetivo é conhecer, registrar e difundir a experiência do Projeto Agro-Mirim, suas práticas pedagógicas, desafios e impactos sociais e ambientais, exercendo a prática jornalística como ferramenta de conexão entre comunidade e conhecimento.
Nova Iguaçu — Edson Monteiro, 60 anos, conhecido como "Crocodilo Dundee", atua há anos no Pantanal Iguaçuano com ações de educação ambiental. Em entrevista, ele conta como nasceu o Projeto Agro-Mirim, que leva o cultivo de hortas para dentro das escolas, e explica como a iniciativa busca unir aprendizado prático, respeito à natureza e formação de valores nas crianças. Confira os principais trechos, além dos relatos da colaboradora do projeto e da diretora da escola parceira.
Como tudo começou
Alcy Maihoní: Como surgiu a ideia de criar o Projeto Agro-Mirim, e qual foi o primeiro passo para levá-lo às escolas?
Edson: É, o projeto mirim, na verdade, o nome Agro-Mirim quem deu foi a diretora do colégio no Rio de Janeiro, lá no Engenhão; foi ela quem escolheu o nome desse projeto, Agro-Mirim.
Alcy Maihoní: Quais são os principais objetivos do projeto, tanto do ponto de vista ambiental quanto na formação das crianças?
Edson: Mostrar para as crianças que é da terra, da própria terra, que sai o alimento. E se tiverem espaço em casa, vão aprender a cultivar o que muita gente joga no lixo, como caroço de abacate e outras frutas.
O dia a dia na horta
Alcy Maihoní: Poderia nos contar como funciona a atividade prática na horta, desde o preparo do solo até o cultivo das mudas?
Edson: Desde a preparação do canteiro, onde ele vai ser montado, as crianças ajudam a misturar esterco, barro vermelho, areia lavada, terra preta e serragem — esses são os substratos que a gente usa pra fazer tudo certinho.
Alcy Maihoní: Há algum momento ou situação que marcou a senhora de forma especial com alguma criança ou turma neste trabalho voluntário do Projeto Agro-Mirim?
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| Com Aline Xavier - Ambientalista auxiliadora do Agro-Mirim |
Aline Xavier Costa: A primeira vez, no dia em que fiz esse trabalho, quando as crianças colheram, aquele momento me marcou até hoje. Foi o sorriso delas ao pegarem a verdura na mão — aquilo ali foi um marco pra mim. Aconteceu na Escola Priscila, onde realizei esse trabalho.
Valores que vão além da horta
Alcy Maihoní: Além das habilidades práticas de plantio, quais valores e atitudes você percebe que os estudantes estão desenvolvendo com essa experiência? Por exemplo: responsabilidade e respeito à natureza? Isso vem acontecendo?
Edson: Tá tendo sim! Porque hoje eles aprendem isso na escola e estão levando pra casa. Tem muitas mães que dizem que os filhos já estão plantando nas garrafas PET em casa.
Alcy Maihoní: Além de aprender a plantar, quais valores ou lições as crianças levam para a vida por meio do contato com a terra?
Aline Xavier: É muita coisa. Uma delas é aprender a dar valor à terra e aos alimentos que consomem. E também o respeito pela natureza: elas aprendem de onde a alface vem para a mesa, acompanham desde a mudinha bem pequenininha até o dia em que cresce e está pronta para colher.
Elas entendem que ali teve o trabalho da terra, da chuva, do sol, entendeu? O principal é saber de onde vem o alimento e aprender a valorizar todo esse trabalho.
Outra coisa que, como pessoa e ambientalista, me emociona muito é ver a criança chegando em casa e dizendo para a mãe ou o pai: "Mãe, vamos plantar no nosso quintal, a tia na escola ensinou". A criança começa a querer plantar também em casa.
Falam para os pais: "Mãe, não joga a semente do quiabo fora, vamos plantar"; "Mãe, o coentro — a tia ensinou a plantar, vamos ter o nosso".
Claro que não dá pra ter tudo em casa e deixar de ir ao mercado. Mas dá pra ter o prazer de plantar alguma coisa e consumir o que a gente mesmo cultivou, entendeu? Isso também é muito bom, é muito importante.
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| Com Elizabeth Supeleto - Diretora CIEP 373 Brigadeiro Teixeira Lagoinha Nova Iguaçu - RJ |
Alcy Maihoní: Como a senhora avalia a participação e o engajamento dos alunos com o Projeto Agro-Mirim? Houve alguma mudança perceptível no comportamento deles?
Elizabeth S. Supeleto: Bom, a gente tem percebido que todo projeto que a criança desenvolve na escola, saindo do ambiente da sala de aula, impacta diretamente não só no comportamento dela, mas no engajamento mesmo. A criança começa a se sentir parte daquele ambiente. Esse foi o primeiro projeto que a gente está desenvolvendo fora das quatro paredes da sala de aula. E já dá pra perceber que primeiro vem o cuidado e o zelo. O refeitório, por exemplo, era um espaço onde eles só entravam para se alimentar, e às vezes jogavam comida fora. Agora dão mais valor — esse tipo de atitude tem sido bem menos recorrente.
Eles passaram a enxergar aquele espaço de outra forma. Antes era um espaço vazio, com plantas que pareciam só decoração, que até poluía o ambiente. Agora, na semana passada inclusive, eles começaram a colher. Quem não levou, veio correndo pegar a alface que estava sendo distribuída. É muito legal! Eles começam a ter mais consciência e entendem que fazem parte daquele ambiente.
Alcance, integração e desafios
Alcy Maihoní: Qual é o público atendido? Em quais regiões o projeto já chegou?
Edson: Todas as crianças participam, até a 8ª série. O projeto já chegou em Itaguaí, na capital do Rio de Janeiro, no Engenhão, e também em Nova Iguaçu — e a tendência é crescer.
Alcy Maihoní: De que forma o projeto se integra ao planejamento pedagógico da escola? Os professores também participam?
Elizabeth S. Supeleto: A gente elaborou um projeto de integração da horta com o nosso PPP — o Projeto Político-Pedagógico. Os resultados estão começando a aparecer, já que tudo começou em 12 de junho. A gente está integrando o projeto aos conteúdos trabalhados. Paralelamente, os professores já trabalham a alimentação saudável como parte do currículo. Só que agora o olhar está mais voltado para a prática, porque, em conversa com o Edinho, a gente tem a proposta de transformar esse trabalho da horta numa horta comunitária. É a próxima etapa: a gente deseja que, no meio do ano que vem, já consigamos ter essa horta funcionando.
Alcy Maihoní: Houve alguma parceria ou apoio que tenha sido fundamental para o andamento deste trabalho?
Edson: Não, realmente nunca teve. Inclusive a prefeitura nunca forneceu nada pra gente. Tudo que existe é o próprio projeto que corre atrás, comprando com dinheiro do próprio bolso.
Alcy Maihoní: Quais têm sido os principais desafios e as conquistas vivenciadas pela escola durante a realização das atividades?
Elizabeth S. Supeleto: As crianças têm muito mais envolvimento. A gente percebe que se interessam e cuidam. O que a gente quer agora é estender isso para a família. Essa é a grande conquista. O maior desafio, talvez, seja a questão dos recursos. O Edinho conhece muita gente e consegue articular doações de adubo, areia e materiais — empresas como a CEDAE e a Águas do Rio têm nos ajudado. Mas sem esse apoio, seria bem mais difícil.
Alcy Maihoní: Quais são os principais desafios no momento?
Edson: No momento, o desafio é o tempo — a gente quase não tem — e também a verba, porque ninguém ajuda a gente. Se as hortas existem, é porque a gente compra com o próprio dinheiro pra poder trazer essa alegria pras crianças.
Alcy Maihoní: Para o futuro, você pretende expandir o projeto?
Edson: Além da horta, também temos parceiros educativos numa área de preservação. Queremos mostrar tudo de bom que a natureza oferece, porque as crianças precisam ter esse conhecimento. É importante saber que plantar o próprio alimento não é difícil. E queremos chegar a muito mais escolas — só dependendo da ajuda das prefeituras.
Conclusão — Relatório Reflexivo
O Projeto Agro-Mirim mostra que quando a terra entra na escola, não saem de lá apenas folhas e verduras: saem também cidadãos mais conscientes, que sabem de onde vem o alimento, que valorizam o trabalho e que levam para casa o respeito à natureza. De Nova Iguaçu ao Engenhão, passando por Itaguaí, a iniciativa cresce no sorriso de cada criança que colhe pela primeira vez, e que, junto com a horta, planta também um futuro mais verde.
A experiência desta atividade me permitiu compreender claramente como a mídia pode influenciar a mobilização da sociedade. A preservação ambiental não se faz apenas com leis ou decretos; ela se constrói na consciência de cada pessoa, desde a infância, com ações práticas que aproximam o ser humano da terra que o alimenta. A comunicação tem um papel fundamental nesse processo: ao dar visibilidade a iniciativas como esta, ela não apenas registra um fato, por outro lado convida outros a também participarem, a cuidarem e a se engajarem. O jornalismo, quando se debruça sobre causas como a sustentabilidade, se torna ele próprio uma ferramenta de transformação, ampliando vozes e multiplicando ideias que podem mudar a realidade.
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
Zema no JN: a impressão de uma disputa ao governo, não à Presidência
COMENTÁRIO DO MAIHONÍ: O Jornal Nacional entrevistou Romeu Zema hoje, com foco nos resultados e desafios de sua gestão à frente de Minas Gerais. As perguntas cobraram desde avanços em áreas como saúde e infraestrutura até críticas e questões sobre a situação fiscal do estado. Foi um momento importante para o governador apresentar suas ações e também responder às cobranças sobre o que ainda precisa ser feito.
No entanto, tive a nítida impressão de que 80% da entrevista dava a entender que Zema estaria concorrendo à reeleição como governador nas eleições de outubro, e não à Presidência da República. Será que mais alguém percebeu isso?
sábado, 22 de agosto de 2026
Substituir leucena por Mata Atlântica: a mudança que Nova Iguaçu precisava
Projeto de Lei aprovada reconhece heróis anônimos da causa animal em Nova Iguaçu
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| Foto: CMNI |
Biblioteca Cial Brito: um espaço nosso, que precisa ser conhecido e usado por todos!
🇧🇷 Para Presidente, Governador e Senadores: o caminho certo para o Brasil 🇧🇷
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
Nova Iguaçu em último lugar: os números da educação que não podem ser ignorados
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Não é só um governo: os múltiplos motivos que levam gigantes à recuperação judicial
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| Imagem: Reprodução/Redes Sociais |
Dividir o ensino de artes é moleza, duro é ter quem ensine e onde ensinar
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| Imagem: Reprodução/Redes Sociais |
Assim, as escolas deverão garantir que os estudantes de ensino fundamental (do 1º ao 9º ano) e ensino médio tenham aulas específicas de artes visuais, dança, música e teatro. Até então, essas quatro linguagens eram, em geral, ministradas todas e juntas dentro de uma única disciplina, chamada genericamente de ensino da arte.
Fonte: @tribunaonline
COMENTÁRIO DO MAIHONÍ: Tenho opinião de que essa ideia de dividir artes em quatro matérias separadas até parece bonito no papel, no entanto na prática vai dar o mesmo que sempre deu: o prazo até 2036 é uma eternidade, os professores especializados não existem aos montes não, a maioria das escolas não tem estrutura nenhuma para funcionar e enquanto o MEC fica enrolando para apresentar um plano que ainda nem saiu, quem vai continuar levando fumo é a galera da periferia; sem contar que isso já era lei desde 2016 e ninguém cumpriu, então não adianta ficar inventando regra nova se não tem dinheiro, não tem gente para dar aula e não tem estrutura. É mais do mesmo, só que com nome diferente.
terça-feira, 18 de agosto de 2026
Campanha sobre o abandono: quando a política ignora os problemas reais
Candidatos sorridentes circulam pela cidade em meio ao caos
Percorrem vias que se encontram em estado lastimável, marcadas pela ausência de saneamento básico, por áreas ambientais abandonadas, por lixo acumulado em determinadas localidades , por redes elétricas emaranhadas nos postes e por calçadas inacessíveis às pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Cruzamentos onde não há nenhum agente de trânsito para coibir vans e motocicletas que ignoram sistematicamente a sinalização; pontos de ônibus sem qualquer cobertura; e, logo adiante, clínicas da família que nem sequer dispõem de medicamentos básicos.
É uma cidade em que, a cada chuva, águas fétidas invadem as residências e as vias ficam totalmente intransitáveis. Há, ainda, escolas que ficam fechadas em razão de furtos reiterados de fios e cabos elétricos. E, no entanto, todos esses políticos seguem sorrindo, ao som de suas marchas de campanha, como se a cidade não enfrentasse problemas crônicos e profundos, decorrentes da ausência de uma gestão pública responsável. São amantes de seus próprios umbigos.
A cena revela mais do que um contraste entre o discurso e a realidade. Expõe um distanciamento perigoso: enquanto os candidatos percorrem os bairros em busca de votos, parecem não enxergar ou preferem não reconhecer, os problemas que há muito tempo afetam a vida de quem mora e trabalha aqui. Não se trata de oposição a campanhas eleitorais, outrossim de questionar: como se pode pedir confiança sem sequer reconhecer o estado em que a cidade se encontra? Como se pode pleitear a continuidade ou o retorno ao poder sem apresentar resultados concretos nas ruas que se percorrem? Nova Iguaçu permanece em atraso, estagnada no que se refere a desenvolvimento urbano e econômico.
A política não pode ser feita de aparências. O respeito ao eleitor começa por reconhecer os desafios, assumir as falhas e apresentar propostas concretas para transformar a realidade que hoje é de abandono e descaso. Até lá, as carreatas parecerão menos um compromisso com o futuro e mais um passeio sobre o que foi negligenciado.
segunda-feira, 17 de agosto de 2026
Educação: avanços, desafios e o nosso voto nestas eleições 2026
sábado, 15 de agosto de 2026
Enquanto a lei dorme, os cabos somem: o preço da negligência nas escolas públicas de Nova Iguaçu
quinta-feira, 13 de agosto de 2026
O aeroporto abandonado de Nova Iguaçu e o argumento que não se sustenta
Por Alcy Maihoní*
A reportagem veiculada ontem, quarta-feira (12), no RJTV 2ª Edição, da Rede Globo levanta um debate importante. O Ministério Público Federal pede que voos panorâmicos de helicóptero se restrinjam a corredores sobre o mar, mantendo-se distantes de áreas residenciais. Corroboro com a preocupação do procurador do município do Rio, Dr. Sergio Suiama, diante do evidente excesso de fluxo comercial turístico em alta ascensão, cabendo à ANAC a devida fiscalização do tráfego aéreo. Contudo, ao analisar o caso do octagenário e abandonado aeroporto de Nova Iguaçu, percebo uma contradição que precisa ser apontada: os que se opõem à sua reativação alegam proximidade de residências e citam até o prédio do Top Shopping como obstáculo, como se o sobrevoo aqui fosse inviável ou inseguro.
O próprio MPF estabelece exceções claras que permitem o livre uso do espaço aéreo sobre o centro urbano, mesmo em regiões mais densamente ocupadas: operações de segurança pública, serviços de imprensa, atendimento de saúde e medidas emergenciais, além de rotas para pouso e decolagem em helipontos. Ou seja, não há proibição absoluta de sobrevoo sobre cidades, como alguns parecem querer fazer crer. A distinção feita entre voos turísticos em excesso e operações regulares e essenciais deixa claro que o que se busca é organização e limitação, não a proibição total da atividade aérea.
E ao compararmos a realidade do centro do Rio de Janeiro com a de Nova Iguaçu, não encontro qualquer lógica na objeção apresentada. Na capital, centenas de arranha-céus estão erguidos muito acima de qualquer edificação existente na Baixada Fluminense, e mesmo assim os helicópteros sobrevoam e operam livremente. Se lá é possível e seguro, com estruturas muito mais altas e populosas, aqui em Nova Iguaçu a condição é ainda mais favorável. Por isso, defendo a reabertura do aeroporto iguaçuano: é uma questão de justiça e de bom senso, e será um motor de desenvolvimento econômico para toda a região da Baixada Fluminense.
Que venha helipontos e aeronaves de pequeno e médio porte para serviços de cargas e táxi aéreo para Nova Iguaçu! ✅
Fonte de dados: GLOBO. MPF pede que voos panorâmicos de helicóptero no Rio se limitem a corredor aéreo sobre o mar. RJTV 2ª Edição, 12 ago. 2026. Disponível em: https://globoplay.globo.com/v/14863686/. Acesso em: 12 ago. 2026.
*Ex-conselheiro de Políticas Urbanas e Gestão Territorial COMPURB de Nova Iguaçu
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Liberdade de imprensa sob ameaça: quando investigar vira crime
terça-feira, 11 de agosto de 2026
Ausência em debate é falta de respeito com o eleitor
R$ 105 bilhões em falta: saúde e educação pagam o preço da irresponsabilidade fiscal
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| Carlos Jordy - Deputado Federal / RJ |
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Lei federal impõe novo conteúdo, todavia deixa municípios pobres sem condições de cumprir
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| LDB ganha nova alteração: Educação Política e Direitos da Cidadania agora são conteúdo obrigatório Crédito: Carreiras Educação — carreiraseducacao.com.br |



























