O juiz Alexandre de Moraes freou os planos de viagem de Jair Bolsonaro, recusando-se a restituir seu passaporte para que ele pudesse comparecer à posse de Trump em 20 de janeiro.
A equipe de Bolsonaro forneceu um convite assinado pelo comitê de Trump, mas Moraes o descartou como "prova inadequada", acrescentando que a viagem não tinha propósito público, já que Bolsonaro não ocupa nenhum cargo oficial.
Aparentemente, representar “o bem, o povo brasileiro” não conta.
Moraes também chamou Bolsonaro de risco de fuga devido às investigações em andamento sobre suposta interferência eleitoral.
Bolsonaro nega todas as acusações, chamando Moraes de “inimigo pessoal” e criticando a proibição como politicamente motivada.
Fonte: Washington Post
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