Após 9 anos os Consórcios Reserva de Tinguá e Reserva do Vulcão em Nova Iguaçu mantém sistema de Mobilidade saturado.
Por Alcy Maihoní
A Prefeitura de Nova Iguaçu, em março de 2016, realizou o lançamento do contrato de concessão do transporte coletivo. Nasciam os consórcios Reserva de Tinguá e Reserva do Vulcão. Algo pioneiro na Baixada Fluminense.
As metas do então prefeito Nelson Bornier (in memoriam) eram de facilitar a fiscalização da Prefeitura e de oferecer mais conforto para a população. Presentemente, o que mudou de significativo? Considerando que as empresas de ônibus que circulam na cidade atendem cerca de três milhões de passageiros por mês.
Ainda hoje, não existem linhas de ônibus inter bairros (previsto no Plano Diretor), isto é, que liguem os dois lados da cidade. Nossa mobilidade é de um sistema de transporte saturado: bairro x centro.
Temos o bairro do Cobrex, por exemplo, segundo moradores em suas redes sociais, reclamam há 01 (um) ônibus, uma só linha, atendendo aquela fração de cidadãos. Em outras localidades, ônibus sem ar condicionado ainda são comuns.
Está na hora da prefeitura e da nova safra de vereadores acordarem e tomarem atitude. Convocar os representantes dos consórcios e a TransÔnibus para rever este contrato. Incluindo representante do transporte alternativo que, também até hoje, as VANS não instalaram o tarifador eletrônico, como ocorre no município do Rio de Janeiro.
Enfim, moradores de Nova Iguaçu aguardam por melhorias no transporte de massa.
* Alcy Maihoní - Ex-conselheiro de Políticas Urbanas (COMPURB)


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