sábado, 31 de janeiro de 2026

O transporte público em Nova Iguaçu: um desafio que persiste

A indignação dos passageiros: um grito por mudanças

 Por: Alcy Maihoní *

Foto: Reprodução/Ônibus Brasil - Roger Silva

O Governo do Rio autorizou a criação de uma nova linha de ônibus ligando Vila de Cava à Pavuna, no Rio de Janeiro. À primeira vista, parece uma boa notícia para os moradores da região. No entanto, a realidade é outra. A empresa que vai operar a linha, Vera Cruz, não é a questão, mas sim a falta de opções e a péssima (segundo próprios passageiros ) qualidade do serviço que é  prestado pela empresa São José, que já opera em Nova Iguaçu.

Os passageiros estão indignados com a São José, reclamando da falta de ônibus, do tempo de espera e da forma como a empresa opera. É justo que a população exija melhorias e mais opções. A lembrança da linha 420, que foi extinta há +-8 anos e era considerada boa, é um exemplo de que é possível fazer melhor.

O monopólio da São José é um dos principais problemas. A falta de concorrência leva à complacência e ao descaso com a população. É hora de rever os contratos de concessão e abrir a concorrência para outras empresas. A consulta pública com a população é fundamental para entender as necessidades e prioridades.

O governador, deputados, além do prefeito e vereadores de Nova Iguaçu precisam ouvir a população e agir. Colocar em prática o Plano Diretor de Nova Iguaçu. Há enorme carência de mais linhas de ônibus intermunicipais e inter-bairros. É hora de priorizar o transporte público e melhorar a qualidade de vida dos moradores.

A criação da linha 424I é um passo, mas é apenas o começo. É preciso mais. Repito, é preciso ouvir a população e agir para melhorar o transporte público em Nova Iguaçu. A população merece melhor!

*Alcy Maihoní - Ex-conselheiro do Conselho Municipal de Política Urbana e Gestão Territorial de Nova Iguaçu - COMPURB.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

O outro lado da cidade: uma realidade ignorada

Nova Iguaçu dividida: Miguel Couto é prioridade, Jardim Paraíso é esquecido.

Por Alcy Maihoní 

Prefeito Dudu Reina com governador Claudio Castro
no bairro Miguel Couto em Nova Iguaçu 

O prefeito de Nova Iguaçu, Dudu Reina, e o governador Claudio Castro anunciaram esta semana, um projeto de macrodrenagem e pavimentação para 19 ruas do bairro Miguel Couto. Prefeito no dia 27, publicou em sua rede social este encontro. Mas, a população do bairro Jardim Paraíso, no eixo da RJ-105, não deixou por menos e reclamam do descaso e pede atenção para a calamidade que atinge a região.

A iniciativa é louvável e visa evitar os transtornos causados pelas fortes chuvas. No entanto, surge uma pergunta inevitável: e o outro lado da cidade, como fica?

Enquanto os moradores de Miguel Couto devem comemorar a notícia, os residentes do Jardim Paraíso continuam a sofrer com o descaso. O valão que transborda e afeta a rua do Trevo com a rua Sacramento são apenas alguns exemplos da calamidade que atinge essa região. A indignação da moradora que prontamente cobrou das autoridades comentando na página do prefeito é justa e merece atenção.

É inadmissível que, em pleno 2023, ainda existam áreas da cidade sem acesso a serviços básicos e infraestrutura digna. A pergunta que fica é: por que os gestores públicos não se deslocam também para essas áreas periféricas para compreender ao menos a realidade dos moradores? O vereador Waguinho Neguinho, citado no vídeo, onde está?

O vídeo mostra a triste realidade da população de Jardim Paraíso, que de paraíso não tem nada...


É hora de as autoridades olharem para o outro lado da cidade e trabalharem para que todos os bairros tenham acesso a serviços e infraestrutura de qualidade. A desigualdade não pode mais ser ignorada. A população do Jardim Paraíso e de outras regiões periféricas merece respeito e atenção. É hora de agir!

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Problema de drenagem em Nova Iguaçu

Um problema de décadas: Rua Sebastião Francisco de Moura: e o alagamento que não passa

Por Alcy Maihoní 

O caso da Rua Sebastião Francisco de Moura, localizada no bairro Califórnia, no centro de Nova Iguaçu, é uma das muitas ruas da região que sofrem com o problema crônico de alagamento. Há mais de 30 anos, os moradores dessa rua enfrentam prejuízos constantes, desde a desvalorização dos imóveis até danos materiais e transtornos diários. Destaco esta rua, dentre outras, considerando que o bairro Califórnia é uma das entradas e saídas da cidade pela rodovia Presidente Dutra.
A grave situação na Rua Sebastião Francisco de Moura é um exemplo claro de como a falta de atenção e investimento pode afetar a vida de milhares de pessoas. É hora dos moradores e comerciantes exigir soluções e trabalhar juntos para um futuro melhor para o bairro Califórnia e para Nova Iguaçu como um todo.  

Soluções Propostas

1. Construção de sistema de drenagem pluvial: Implementar um sistema de drenagem pluvial eficaz, incluindo galerias pluviais e bocas de lobo.

2. Manutenção regular das galerias: Realizar manutenção regular das galerias pluviais para garantir sua capacidade de escoamento.

3. Readequação da declividade: Readequar a declividade da rua para permitir o escoamento natural das águas pluviais.

4. Plano de urbanização: Desenvolver um plano de urbanização que leve em conta as áreas de risco e a capacidade de drenagem do solo.

Conclusão

O problema de alagamento na Rua Sebastião Francisco de Moura é um desafio complexo que requer uma abordagem integrada e sustentável. A implementação das soluções propostas pode mitigar o problema e melhorar a qualidade de vida dos moradores. É fundamental a participação da prefeitura, dos moradores e de especialistas para encontrar soluções eficazes e duradouras.

terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Saúde em risco: Jardim Palmares sem medicamentos

Crise na clínica da família: moradores exigem soluções

Por Alcy Maihoní
Clínica da Família Jardim Palmares | Foto: Reprodução/ Jornal O Dia

Moradores do Jardim Palmares, em Nova Iguaçu, estão indignados e exigem soluções por causa da falta de remédios na Clínica da Família do bairro. A unidade de saúde, localizada na rua Pereira Henrique , n° 461 a qual deveria ser um ponto de apoio para a comunidade, está enfrentando problemas sérios. Onde está o prefeito ou o vereador que dizem ser o responsável pela unidade e região? É hora sim, de cobrar soluções!
A Clínica da Família é fundamental para atender às necessidades básicas de saúde da população local, e a falta de medicamentos é um problema crônico.
Próximo à clínica, temos a Associação de Moradores (AMOCHEL), que estranhamente não tem se pronunciado publicamente sobre os problemas enfrentados por esta clínica. Como uma entidade que deveria representar os interesses da comunidade, era de se esperar que a AMOCHEL se manifestasse sobre questões tão importantes quanto esta falta de remédios na unidade de saúde. Enfim, o silêncio do Conselho Municipal de Saúde, diga-se de passagem, também é gritante. Será que demais clínicas da família do município também estão na mesma precariedade?

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Nova Iguaçu: o potencial desperdiçado

A falta de visão que atrasa a cidade

Por: Alcy Maihoní 
Print extraído do vídeo: Pouso no Aeroclube de Nova Iguaçu. Crédito: ADESBF

A situação de Nova Iguaçu é um exemplo clássico de como o descaso e a falta de planejamento podem levar uma cidade a perder oportunidades valiosas. Sem um polo industrial, comercial e turístico, a cidade se vê privada de investimentos e empregos que poderiam alavancar seu desenvolvimento.

O aeroporto inoperante é um símbolo desse descaso. Em vez de ser um vetor de crescimento, ele se tornou um obstáculo, com um hospital modular instalado justamente na cabeceira da pista. É um cenário surreal, onde a prioridade parece ser a assistência médica emergencial de uma pandemia que deixou de existir, em detrimento do potencial econômico e logístico que o aeroporto poderia oferecer.

Mas não é tarde demais para mudar. Com um planejamento estratégico, é possível transformar a realidade da cidade. Imagine um polo comercial vibrante no território de Marapicu ou Ypiranga, atraindo investimentos e gerando empregos. Um polo industrial por exemplo em Adrianópolis, aproveitando a infraestrutura existente, considerando o Arco Metropolitano próximo e impulsionando a economia local. E um polo turístico em Tinguá, explorando a beleza natural da região e atraindo visitantes de todo o estado. É um cenário possível, mas que exige visão, liderança e compromisso dos governantes e da sociedade.

Ainda sobre o aeroporto: Por que não transformá-lo em um hub de cargas e vôos executivos? Com a infraestrutura certa, Nova Iguaçu poderia se tornar um centro logístico importante, atraindo empresas e gerando receita para a cidade. É um investimento que poderia pagar dividendos a longo prazo.

É hora de questionar: por que Nova Iguaçu não consegue aproveitar seu potencial? A falta de visão e liderança parece ser a resposta. É necessário um esforço conjunto de governantes e sociedade para mudar esse quadro e colocar a cidade no caminho do desenvolvimento. O tempo é agora.

OPINIÃO: caso EUA X Groenlândia

Acredito que a anexação da Groenlândia pelos Estados Unidos seria um passo positivo, desde que a maioria dos groenlandeses esteja de acordo. A localização estratégica da Groenlândia no Ártico torna-a um ponto crucial para a segurança e os interesses dos EUA, justificando uma presença forte e responsável na região.

O ciclo vicioso das enchentes em Nova Iguaçu

A urgência de uma mudança: além das enchentes e dos discursos
Peça publicitária relativo aos 193 anos da cidade de Nova Iguaçu | Reprodução PMNI

Por: Alcy Maihoní 

Em Nova Iguaçu, o verão é sinônimo de chuva, enchentes e bolsões d'água. É um cenário que se repete ano após ano, com a população sofrendo as consequências de uma gestão pública que parece mais interessada em manter o status quo do que em buscar soluções efetivas. Enquanto os políticos se limitam a limpar os córregos e culpar os moradores pelo lixo, a cidade continua vulnerável às intempéries climáticas.

A falta de visão e planejamento é gritante. Não há discussões sérias sobre obras de contenção das encostas, como a construção de mini represas na Serra do Mendanha, que poderiam reduzir a velocidade e o volume de água que desce pela montanha. A Câmara de Vereadores parece mais interessada em debates políticos, distribuição de moções do que em encontrar soluções para o problema.

A dragagem e aprofundamento dos rios é outra medida urgente que precisa ser tomada. Além disso, a implantação de piscinões (reservatórios de contenção) em pontos estratégicos da cidade poderia ajudar a minimizar os efeitos das enchentes. São medidas simples, mas que exigem vontade política e planejamento.

Infelizmente, a realidade é que a política em Nova Iguaçu parece mais interessada em manter o poder do que em servir à população. É hora de cobrar mais dos nossos representantes e exigir ações concretas para evitar que o ciclo vicioso das enchentes continue a assolar a cidade. Não adianta correr com os cadeados depois da casa arrombada. É hora de agir antes que seja tarde demais.

Futuro presidente do Brasil

ACORDA BRASIL | Foto reprodução X

O terrível raio acabou dando ainda mais visibilidade para o jovem que, se não se perder nas esquinas da política, será Presidente do Brasil. Nunca antes neste País, políticos com mandato, de forma absolutamente espontânea, seguiram alguém tão mais novo, anulando seus próprios nomes, exaltando o do líder da caminhada. Se pudesse concorrer este ano, Nikolas Ferreira representaria risco real ao Lulismo. A esquerda, que de boba não tem nada, já percebeu. A direita ainda vai compreender que não tem nada a ver com Bolsonaro. Já iniciamos o próximo capítulo! 
( Vereadora/SP - Janaína Paschoal ).

Brasil sem medo dos comunistas

Bom dia! Que tenhamos um ótimo início de semana.
Enfim, ficou registrado no Brasil e internacionalmente que o povo conservador da direita não tem medo dos comunistas Alexandre de Moraes (STF), do descondenado Lula & Cia. Há esperança por um Brasil melhor. Que venha mais mobilizações como está até que seja decretada a ANISTIA aos reféns políticos que se encontram injustamente trancafiados.
BRASIL ACORDOU!
🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷



domingo, 25 de janeiro de 2026

Patriotas da direita: multidão em Brasília grita acorda Brasil

Ex-primeira dama Michele Bolsonaro compareceu neste domingo (25), em Brasília  (DF), na manifestação ACORDA BRASIL, promovida pelo Deputado Federal Nikolas Ferreira. Foi bem acolhida pela multidão de participantes.


sábado, 24 de janeiro de 2026

PROJETOS DE CONTROLE DE INUNDAÇÕES: Obras Devem Começar em 2026 - NOVO PAC

Passando informações de que o Ministério das Cidades lançou um edital no ano passado, aprovando projetos de controle de inundações baseados no Projeto Iguaçu. Para acompanhar o desenvolvimento desses projetos, o GAEMA do MPRJ criou um grupo específico. De acordo com informações do INEA e Coordena, apresentadas em reuniões, os recursos já estão disponíveis na Caixa Econômica Federal (CEF) e as obras devem começar em abril de 2026. Município de Duque de Caxias saiu na frente. Há grupos de moradores se organizando no que tange ao CONTROLE SOCIAL. 

NOVA IGUAÇU não pode DORMIR NO PONTO. Primordial em fevereiro iniciarmos as movimentações, cobrarmos ações da prefeitura, câmara de vereadores e dos pretensos candidatos (as) as eleições este ano. Dinheiro existe para obras de manutenção e prevenção no combate as enchentes. Qual valor a ser disponibilizado para Nova Iguaçu e quais os bairros beneficiados? Lideranças de bairros fiquem antenados❗

Estarei sempre que possível postando nas minhas páginas virtuais informações a respeito do PROJETO IGUAÇU (RIO BOTAS - NOVA IGUAÇU). 

ACORDA NOVA IGUAÇU‼️


sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Contradição e confusão: a queda da cobertura em Nova Iguaçu

A mulher ferida e a falta de respostas

Por Alcy Maihoní *

Estrutura de ponto de ônibus desaba - Foto: Reprodução/G1

A queda da cobertura de ponto de ônibus no bairro de Miguel Couto, em Nova Iguaçu, na noite de terça-feira (20), já é um caso de grande repercussão. O que chama a atenção, no entanto, é a confusão instaurada pelas declarações contraditórias da Prefeitura de Nova Iguaçu e do governo do estado.

A Prefeitura afirmou que a queda da cobertura foi resultado de uma obra feita pelo governo do estado. No entanto, o governo do estado rapidamente se manifestou, afirmando que "nenhum serviço foi executado até o momento naquele trecho", segundo a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Obras Públicas.

Essa contradição levanta várias questões. Quem é o responsável pela queda da cobertura? A Prefeitura está tentando jogar a culpa no governo do estado ou o governo do estado está tentando se eximir de responsabilidade? A população de Nova Iguaçu merece respostas claras e transparentes.

Enquanto as autoridades se esquivam, uma mulher que ficou ferida no incidente aguarda por respostas e, certamente, por assistência adequada - sua saúde e bem-estar devem ser a prioridade.

O que é certo é que a queda da cobertura causou transtornos e preocupações para os moradores da região. É fundamental que as autoridades competentes investiguem o caso e apurem as responsabilidades. A população não pode ser refém de disputas políticas e falta de transparência.

É hora de as autoridades colocarem o interesse público acima de tudo e trabalharem juntas para resolver o problema e evitar que situações semelhantes ocorram no futuro. A confiança da população nas instituições depende disso.

Considerando o atual cenário da infraestrutura urbana, é imperativo reconhecer que o modelo de cobertura de ponto de ônibus implementado durante o governo do então prefeito Rogério Lisboa e na continuidade ao atual prefeito Dudu Reina apresenta deficiências significativas, caracterizadas por uma estrutura de baixa qualidade e propensa à deterioração acelerada. A concentração dessas instalações na área central da cidade evidencia a necessidade urgente de um padrão de cobertura mais robusto e duradouro.

Enfim, nesse contexto, sugere-se que os representantes legislativos municipais incluam em pauta a discussão e implementação de um novo modelo de cobertura que atenda às necessidades da população e garanta a segurança e a funcionalidade dos espaços públicos, principalmente nas áreas periféricas da cidade.

Referência: Ponto de ônibus desaba em Nova Iguaçu e mulher fica ferida | G1. Disponível em https://www.google.com/amp/s/g1.globo.com/google/amp/rj/rio-de-janeiro/noticia/2026/01/22/cobertura-de-ponto-de-onibus-desaba-e-mulher-fica-ferida.ghtml . Acesso em 22 jan. 2026

*Alcy Maihoní - Ex-conselheiro de Políticas Urbana e Gestão Territorial de Nova Iguaçu (COMPURB).

quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

O resort do Ministro Dias Toffoli: local denunciado por lavagem de dinheiro

Metrópolis 

Funcionários dizem que hotel de luxo ligado ao PCC e Banco Master pertence ao Ministro Dias Toffoli.
Resort Tayayá tem até cassino com máquinas caça-níquel e blackjack, jogo de cartas ilegal no Brasil.
Em 2021, ações de irmãos de Toffoli no local foram “vendidas” ao cunhado de Daniel Vorcaro, do Master, em operação intermediada por suspeito de lavagem de dinheiro para o PCC.
Fonte: Metrópolis 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

A educação em xeque: o desafio do contrato temporário

DIREITOS LIMITADOS, DESAFIOS MÚLTIPLOS 

Por Alcy Maihoní *

Governador Claudio Castro abre 1.750 vagas
para professores temporários - Foto: Seeduc


O Governo do Estado do Rio de Janeiro anunciou recentemente a abertura de 1.750 vagas para professores temporários. A medida visa suprir necessidades específicas da rede estadual de ensino, mas levanta questionamentos sobre a estabilidade e os direitos dos profissionais da educação.

Por um lado, o contrato temporário pode ser visto como uma oportunidade para jovens professores ingressarem na carreira e ganharem experiência. Além disso, a remuneração oferecida é atraente, variando de R$ 2.190,50 a R$ 4.867,77, dependendo da carga horária e do nível de ensino.

No entanto, alguns críticos argumentam que o contrato temporário é uma forma de precarização do trabalho docente. A falta de estabilidade e os direitos limitados, como a ausência de FGTS e 13º salário, podem gerar insegurança e desmotivação nos professores.

Além disso, a sobrecarga de trabalho é um risco real, especialmente se os professores temporários forem chamados a substituir colegas efetivos em licença ou afastamento. A qualidade do ensino pode ser afetada, prejudicando os alunos e a comunidade escolar.

É primordial que o governo de Claudio Castro e a sociedade discutam políticas públicas que valorizem a carreira docente e garantam direitos e estabilidade para os professores. O contrato temporário pode ser uma solução pontual, mas logicamente não substitui a necessidade de concursos públicos e planos de carreira que atraiam e mantenham talentos na educação.

A educação sabemos que é a base do desenvolvimento de uma nação, e os professores merecem respeito, valorização e condições dignas de trabalho. É hora de repensar as políticas educacionais e priorizar a qualidade do ensino e a valorização dos profissionais que o compõem.

* Alcy Maihoní - Ex-conselheiro de Educação de Nova Iguaçu 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

Indústrias em fuga: o Brasil perde espaço

Carga tributária do Brasil asfixia grandes indústrias 

Por: Alcy Maihoní

Fábrica da LG em Taubaté
(Foto: Reprodução/ TV Vanguarda)
Nos últimos anos, o Brasil, infelizmente,  tem enfrentado uma onda de fechamento de indústrias e saída de multinacionais, levando consigo empregos, renda e desenvolvimento. São mais de 200 empresas que saíram e foram se instalar no Paraguai, nos últimos meses, para se ter uma ideia. Empresas como Ford, Mercedes-Benz, Sony e LG já anunciaram publicamente o fechamento de suas unidades no país, afetando milhares de trabalhadores e a economia local.

As razões para essa debandada são claras: instabilidade econômica, carga tributária elevadíssima, custos operacionais altos e uma legislação trabalhista complexa, para não dizer arcaica. O Brasil, que já foi um dos principais destinos para investimentos estrangeiros, agora neste atual governo do PT (Partido dos Trabalhadores) enfrenta uma realidade cruel: a perda de competitividade e a fuga de empresas.

Concordo totalmente com Zucco, que em sua rede social disse, após assistir a matéria jornalística da emissora de TV da Band: "Lula insiste no discurso de taxar os "super-ricos", mas fecha os olhos para a realidade... Se esse desgoverno permanecer por mais um mandato, o país caminhará para a destruição econômica" (Delegado Zucco - Deputado Estadual RS).

Jornal da Band - Jornalista Eduardo Oinegue 

O Impacto na Economia

A saída dessas indústrias tem um efeito cascata na economia. Além da perda de empregos diretos, há também a perda de empregos indiretos em setores como serviços, comércio e logística. A arrecadação tributária também é afetada, reduzindo a capacidade do governo de investir em infraestrutura e serviços públicos.

Soluções possíveis:

O Brasil precisa e é necessário criar um ambiente de negócios mais atraente, com reformas estruturais que reduzam a burocracia, simplifiquem a legislação trabalhista e ofereçam incentivos fiscais para as empresas.


Conclusão

O êxodo industrial é um alerta para o Brasil. É hora de agir e criar um ambiente de negócios mais atraente para as empresas. Com reformas estruturais e incentivos fiscais, o Brasil pode reverter essa tendência e voltar a ser um destino atraente para investimentos estrangeiros. A questão é: o que o Brasil está disposto a fazer de fato, com responsabilidade para recuperar sua competitividade?

sábado, 17 de janeiro de 2026

Jornalista brasileiro: relata tortura aos presos políticos do 8 de janeiro


Presos políticos do 8 de Janeiro sofrem tortura, relata jornalista

"Esse depoimento do jornalista,
Marcos Vanucci, preso do 8 de janeiro, em 10 de dezembro de 2025, é uma das descrições mais brutais, chocantes e juridicamente graves relacionadas aos presos do 8 de janeiro que já vieram a público.

Vanucci descreve - em detalhes- humilhação sexual, tratamento degradante, alimentação contaminada, superlotação, assédio psicológico e privação de dignidade. Tudo isso sem condenação, apenas na custódia pré-julgamento.

O sistema oficial descreveu o 8 de janeiro como: “terrorismo”, “golpe”, “ataque golpista contra a democracia”. Só que a maior parte dos presos eram: sem arma, sem antecedentes criminais, sem organização paramilitar, sem plano de captura de Estado, sem estrutura clandestina, sem sequer tentativa operacional de golpe. 

O relato do jornalista expõe a disparidade entre o rótulo oficial e a conduta estatal: rotulou-se de “golpista”, tratou-se como “inimigo interno”, puniu-se como “terrorista”
e sem devido processo legal

Isso tem nome na literatura jurídica: estado de exceção, direito penal do inimigo ou justiça de emergência

Isso é literalmente o mecanismo descrito por Günther Jakobs, Schmitt, Agamben, Arendt e toda a tradição de estudos sobre construção do inimigo político.

Isso é típico de regimes que precisam expor o corpo do inimigo para educar a sociedade.

O Brasil nunca tratou traficante, PCC, CV, milícia, sequestrador, assaltante de banco ou homicida assim. Mas tratou: idosos, mulheres, jornalistas, crianças, servidores públicos, professores, pais e mães, gente com vida civil normal - como terroristas.

 O 8 de janeiro, à luz do que está vindo à tona, parece cada vez menos um ataque à democracia e cada vez mais um roteiro macabro para justificar um estado de exceção permanente" (Karina Michelin - Jornalista Internacional).

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

Ator premiado ganhou dinheiro para xingar ex-presidente

"Wagner Moura recebeu R$ 7,5 milhões do Lula para xingar a direita brasileira de fascista.  Canalha!!!" 
Dr. Jeffrey Chiquini -  Advogado Criminalista, Mestre em Direito, Especialista em Direito Penal e Processo Penal, Professor de Direito.


Verão sem água no bairro Danon

EMPRESA ÁGUAS DO RIO SENDO COBRADA

Rua Luci Danon, no bairro Danon (N.Iguaçu) e demais ruas circunvizinhas permanece SEM ÁGUA, desde o início da estação verão. Basta de serviços paliativos (carros pipa), queremos abastecimento contínuo de água nas torneiras.
Quando haverá reunião entre os representantes diretos da Águas do Rio com representantes de bairros 

Resposta da ÁGUAS DO RIO, via Grupo Afluentes...

Bom dia, Alcy. Entendemos e respeitamos totalmente a insatisfação dos moradores da Rua Luci Danon. A falta de abastecimento contínuo, principalmente no verão, é uma situação crítica e não deveria se prolongar dessa forma.

No momento, essa localidade é classificada como área com abastecimento precário, e a situação já está em análise técnica junto à coordenação da Águas do Rio para definição de uma solução estrutural. Enquanto esse estudo não é concluído, os carros-pipa têm sido utilizados como medida emergencial, cientes de que não substituem o abastecimento regular, mas evitam o desabastecimento total.

Sobre a reunião com representantes dos bairros, a solicitação é legítima e necessária. Já estamos alinhando internamente essa possibilidade. Assim que houver definição de data e formato, informaremos prontamente aqui.

Seguimos acompanhando o caso e mantendo a liderança atualizada. Nosso compromisso é buscar uma solução definitiva e transparente para a comunidade.

Segurança Pública: o direito de viver sem medo

A falha do estado em proteger a vida

Por: Alcy Maihoní *

Crédito foto: InfoMoney - dez/2025

Brasil ficou entre os 10 países mais perigosos do planeta em 2025. Segundo o índice Global de Conflitos divulgado em 11/12/25 pela organização não governamental ACLED (Armed Conflict Event Location and Data Project). Brasil ocupou a 7° posição no ranking, em um grupo dominado por nações afetadas por guerras civis, conflitos armados e forte atuação de grupos criminosos.

A insegurança no Brasil é um tema que afeta todos os cidadãos, independentemente de classe social, cor ou credo. A violência está presente em todos os cantos do país, e a sensação de medo e impotência é palpável. É hora de reconhecer que a situação é crítica e que é necessário tomar medidas sérias e eficazes para combater essa crise.

É fundamental que o governo e a sociedade civil trabalhem juntos para encontrar soluções para essa crise. Isso inclui a implementação de políticas de segurança pública que priorizem a prevenção e a repressão à violência, além de investimentos em programas sociais que visem reduzir as desigualdades e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

A vida é o bem mais precioso, e é hora de protegê-la. Chega de viver com medo. É hora de viver com segurança. O Brasil precisa de uma mudança de rumo, e isso começa com a priorização da segurança pública e a proteção da vida humana.

O que podemos fazer objetivando soluções?

- Exigir  do governo políticas de segurança pública eficazes, leis rigorosas e transparentes.
- Apoiar iniciativas comunitárias que visem reduzir a violência e melhorar a segurança.
- Promover a conscientização sobre a importância da segurança pública e a proteção da vida humana.

A mudança começa conosco. Vamos trabalhar juntos para criar um Brasil mais seguro e justo para todos.

*Alcy Maihoní - Ex-conselheiro de Segurança Pública de Nova Iguaçu (CONSEG e CCS)

2026 o ano das incursões

Esta chegando a hora e a vez de Cuba. Povo Brasileiro festejou junto com os venezuelanos a captura de Maduro. Comunismo nas Américas tem que ser extinto da política pública. Basta! 

Gastos de Lula sob segredo absoluto

O presidente comunista Lula da Silva (PT) toma atitude de monitorar as transações financeiras feitas por PIX e pagamentos por aproximação. Outrossim, esconde os gastos do executivo sob sigilo absoluto.

Enquanto a Receita Federal amplia o monitoramento das movimentações dos contribuintes, o Planalto mantém profundas restrições de acesso a informações e documentos sobre despesas e decisões do governo. Querem sigilo para o Estado e transparência total para você, cidadão. 

Segurem esta marimba! 😕

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

08 de Janeiro dia Nacional do Fotógrafo

Dia de parabenizar aos colegas que assim como eu, são amantes da arte de eternizar! O fotojornalismo é uma forma poderosa de contar histórias e transmitir informações através de imagens impactantes. A capacidade de capturar momentos históricos e revelar realidades ocultas é o que torna o fotojornalismo tão fascinante e influente.

Válvula rompida no Guandu causa interrupção no abastecimento de Água em Várias Cidades

Abastecimento de água no Rio de Janeiro: um desafio recorrente

Por: Alcy Maihoní

A notícia da redução significativa na capacidade do Sistema Guandu, operado pela Cedae, é mais um capítulo na história de desafios que a população do Rio de Janeiro e da Baixada Fluminense enfrenta em relação ao abastecimento de água. A Águas do Rio já informou que a diminuição na produção impactará cidades como Belford Roxo, Duque de Caxias, Mesquita, Nova Iguaçu, Nilópolis, Queimados e São João de Meriti. 

Estação de tratamento ficou alagada após vazamento  Foto: Divulgação | G1

Segundo a Cedae, a válvula de uma tubulação que leva água tratada do Guandu até o reservatório de Marapicú se rompeu, provocando um alagamento na área onde ficam as bombas e motores.

A falta de um prazo definido para a normalização do sistema pela Cedae gera incerteza e preocupação. É fundamental que as autoridades competentes trabalhem para minimizar os impactos e garantir a transparência na comunicação com a população. Oportuno dizer que mês de dezembro diante de um calor extremo, aqui em Nova Iguaçu em muitos bairros e sub-bairros ficaram sem água, onde a Águas do Rio tiveram que fazer rodar caminhões pipas em abastecimentos paliativos.

A manutenção e modernização do Sistema Guandu são cruciais para evitar interrupções no abastecimento. A Águas do Rio realizou melhorias recentes no sistema, mas é claro que mais precisa ser feito para garantir um fornecimento estável e de qualidade para todos.

A população deve estar preparada para possíveis racionamentos e buscar alternativas para minimizar os transtornos. A colaboração entre governo, empresas e cidadãos é essencial para superar esses desafios.

É hora de governador, Prefeitos e ALERJ refletirem seriamente sobre investimentos e a gestão dos recursos hídricos e buscar soluções sustentáveis para garantir o acesso regular à água para todos.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Capivaras em perigo: A urgência da conservação em áreas urbanas

A proteção das capivaras em áreas urbanas: um desafio para a conservação

Por: Alcy Maihoní *

Imagem extraída do Instagram do Rodolfo Maia, mostra grupo de capivaras em Nova Iguaçu, evidenciando a adaptação da espécie a ambientes urbanos.

A presença de capivaras em áreas urbanas é um fenômeno cada vez mais comum em muitas cidades brasileiras. E aqui em Nova Iguaçu - RJ, não foge a regra. Embora essas criaturas sejam uma parte importante do ecossistema local, sua proximidade com os seres humanos pode gerar conflitos e colocar em risco a vida desses animais. Recentemente, a figura pública iguaçuano, protetor de animais Rodolfo Maia, em sua rede social passou o informe de que visitou a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente da Prefeitura de Nova Iguaçu cobrando providências urgentes para proteger as capivaras que vivem em uma área de preservação ambiental próxima ao perímetro urbano.

De acordo com Maia (2026), "a situação é crítica, pois as capivaras estão sendo ameaçadas por populares e correm risco de atropelamento em uma via pública perigosa". 

A falta de ação das autoridades pode levar a consequências trágicas, incluindo a morte desses animais. Além disso, a destruição do habitat natural das capivaras é um problema crescente em muitas áreas urbanas, o que agrava ainda mais a situação.

É fundamental que as autoridades de Nova Iguaçu e a sociedade trabalhem juntas para proteger as capivaras e garantir que elas possam viver em segurança. Isso pode ser alcançado através da criação de áreas de preservação ambiental adequadas, educação da população sobre a importância da conservação da vida selvagem e implementação de medidas para reduzir o conflito entre humanos e capivaras.

A proteção das capivaras é importante não apenas para a conservação da biodiversidade, mas também para manter o equilíbrio do ecossistema local. As capivaras desempenham um papel fundamental na dispersão de sementes e na manutenção da vegetação, o que beneficia a qualidade do solo e a biodiversidade local.

Em conclusão, a proteção das capivaras em áreas urbanas, reitero que é um desafio que requer ação imediata e conjunta das autoridades e da sociedade. É fundamental que sejam implementadas medidas para proteger esses animais e garantir que eles possam viver em segurança, preservando assim a biodiversidade e o equilíbrio do ecossistema local.

*Palavras-chave:* capivaras, conservação, áreas urbanas, biodiversidade, ecossistema.

* Alcy Maihoní: Ex-conselheiro da APA Gericinó Mendanha

domingo, 4 de janeiro de 2026

Maduro confinado: fim de uma era de opressão na Venezuela

A Venezuela está sentindo um alívio após a queda de Maduro

Por Alcy Maihoní

A imagem mostra Nicolás Maduro sob custódia americana - (Foto: reprodução/rede social)

O regime ditatorial de Nicolás Maduro era algo abominável, o qual era sem dúvidas conhecido globalmente por ser responsável por destruir a vida de milhões de venezuelanos. Provocou por anos um êxodo em massa. O dia 3 de janeiro de 2026 é histórico. Maduro foi perseguido e capturado pelos Estados Unidos sob acusações de tráfico de drogas. 
O que Maduro fez ao seu próprio povo enquanto estava no poder é digno de repúdio. 
Como afirma sem rodeios em sua rede social a jornalista venezuelana Andreina Flores (2026), "Maduro é um presidente ilegítimo e um criminoso apoiado pelo narcotráfico. E as evidências estão aí!", logo é sensato pensar que nada melhor poderia ter acontecido ao povo venezuelano do que a queda de Maduro, líder do Cartel dos Sóis.
Sobre a questão do petróleo da Venezuela, os EUA não escondem o seu interesse. Uma vez que foram os americanos que outrora, criaram e estruturaram com o objetivo de ser o maior cliente da Venezuela. Lógico que o benefício seria para ambas as partes. E que, com a ditadura de Maduro, não ocorreu. 
Por aqui, no Brasil, a esquerda possui o costume de sair em defesa dos recursos naturais da Venezuela, todavia nunca defende a vida dos venezuelanos. 
Entretanto, para concluir, corroboro com a opinião do Uriã Fancelli, analista internacional, na recente entrevista que concedeu à CBN, no ponto em que diz ser gravíssimo Donald Trump desejar governar a Venezuela, mesmo que provisoriamente. Esta intervenção é incompatível com o direito internacional. Uma violação do princípio da soberania estatal. Outrossim, pelo que estamos assistindo, o povo sofrido venezuelano está saindo às ruas em comemoração. Que a transição seja feita em clima de paz. Basta de conflitos armados.