Abastecimento de água no Rio de Janeiro: um desafio recorrente
Por: Alcy Maihoní
A notícia da redução significativa na capacidade do Sistema Guandu, operado pela Cedae, é mais um capítulo na história de desafios que a população do Rio de Janeiro e da Baixada Fluminense enfrenta em relação ao abastecimento de água. A Águas do Rio já informou que a diminuição na produção impactará cidades como Belford Roxo, Duque de Caxias, Mesquita, Nova Iguaçu, Nilópolis, Queimados e São João de Meriti.
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| Estação de tratamento ficou alagada após vazamento Foto: Divulgação | G1 |
Segundo a Cedae, a válvula de uma tubulação que leva água tratada do Guandu até o reservatório de Marapicú se rompeu, provocando um alagamento na área onde ficam as bombas e motores.
A falta de um prazo definido para a normalização do sistema pela Cedae gera incerteza e preocupação. É fundamental que as autoridades competentes trabalhem para minimizar os impactos e garantir a transparência na comunicação com a população. Oportuno dizer que mês de dezembro diante de um calor extremo, aqui em Nova Iguaçu em muitos bairros e sub-bairros ficaram sem água, onde a Águas do Rio tiveram que fazer rodar caminhões pipas em abastecimentos paliativos.
A manutenção e modernização do Sistema Guandu são cruciais para evitar interrupções no abastecimento. A Águas do Rio realizou melhorias recentes no sistema, mas é claro que mais precisa ser feito para garantir um fornecimento estável e de qualidade para todos.
A população deve estar preparada para possíveis racionamentos e buscar alternativas para minimizar os transtornos. A colaboração entre governo, empresas e cidadãos é essencial para superar esses desafios.
É hora de governador, Prefeitos e ALERJ refletirem seriamente sobre investimentos e a gestão dos recursos hídricos e buscar soluções sustentáveis para garantir o acesso regular à água para todos.

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