quinta-feira, 9 de julho de 2026

Mangaratiba mostrou o caminho: quando Nova Iguaçu segue o exemplo?

Um atraso técnico que prejudica a mobilidade

Por Alcy Maihoní * 
Analiso essa situação sob um ponto de vista técnico e prático: a ausência do leitor eletrônico do RioCard nas vans da minha cidade, Nova Iguaçu, representa uma falha incabível na integração do sistema de transporte metropolitano. Trata‑se de um equipamento que padroniza o pagamento, reduz o uso de dinheiro em espécie, traz mais segurança ao motorista e ao passageiro, além de permitir ao poder público dados reais sobre a demanda e o fluxo de deslocamentos. Informações essenciais para planejar melhorias. Parabenizo o município de Mangaratiba por não abandonar sua população e por avançar com essa solução, servindo como exemplo de gestão comprometida.
 
Reflito também que essa é uma pauta concreta e relevante, especialmente diante das eleições de 2026. Para mim, é um excelente indicador de compromisso público: pré‑candidatos que incluírem em seus programas a instalação e a obrigatoriedade do RioCard nessa modalidade de transporte demonstram que olham para as necessidades reais da população, e não apenas para promessas flutuantes.
 
Vejo essa medida como uma oportunidade ímpar de avanço coletivo. Não se trata apenas de modernizar o pagamento, mas de garantir mais conforto, transparência e equidade no acesso ao transporte,. um direito básico. Deixo claro que essa é uma reivindicação justa e viável, e que deve ser acompanhada pela sociedade para que, de fato, saia do papel e beneficie todos os moradores de Nova Iguaçu. 

Alô também Prefeito e Vereadores de Nova Iguaçu, atenção a esta reivindicação !!!

*Ex-conselheiro de Políticas Urbanas e Gestão Territorial COMPURB de Nova Iguaçu 

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