Se Flávio for eleito, o Brasil estará resolvido? Não.
Os problemas profundos do país exigem muito mais do que uma eleição: exigem formação, instituições, cultura política e uma reconstrução de longo prazo.
Mas isso não torna a urna irrelevante. Pelo contrário.
No curto prazo, o que está em jogo não é apenas quem senta na cadeira presidencial. É saber se o Brasil consolida um regime de exceção pelas próximas décadas ou se recupera uma normalidade democrática mínima.
A eleição não resolve tudo.
Mas pode definir se ainda haverá terreno para começar a resolver. ▫️LEANDRO RUSCHEL - Analista Político
COMENTÁRIO DO MAIHONÍ: Concordo plenamente, considerando que a eleição não tem poder de resolver sozinha todos os problemas que se enraizaram ao longo de décadas, todavia é sim a decisão que vai determinar se ainda teremos espaço para reconstruir o país com liberdade e dignidade. A urna não faz milagres, mas neste momento ela é a nossa única barreira contra o aprofundamento de um regime que nos afasta cada vez mais da democracia de fato.

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