sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Ex-diretor da PRF, deu mole na tentativa de fuga

Perseguição Política ou Justiça Imparcial?

Por Alcy Maihoní

A prisão do ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Silvinei Vasques, no Paraguai, levanta questionamentos sobre a motivação por trás dessa ação. Vasques foi preso ao tentar viajar, após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por sua atuação durante as eleições de 2022, quando supostamente teria dificultado o trânsito de eleitores.

Para alguns, trata-se de uma perseguição política contra aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro, enquanto outros veem na prisão um exemplo de que ninguém está acima da lei. A condenação de Vasques está relacionada à sua atuação na PRF durante as eleições, quando teria seguido orientações para realizar blitze e dificultar o deslocamento de eleitores.

A crítica é que, enquanto figuras ligadas a Bolsonaro enfrentam processos e prisões, outros criminosos comuns podem receber indultos ou tratamento mais leniente. Isso alimenta a percepção de que há um viés na aplicação da justiça, tratando conservadores como inimigos do Estado.

Por outro lado, a condenação de Vasques foi resultado de um processo judicial, e o STF considerou que suas ações configuraram crimes graves, como tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito.

A questão é complexa e divide opiniões. O que é certo é que a prisão de Vasques será acompanhada de perto, e a percepção sobre sua legitimidade dependerá do ponto de vista de cada um. Enfim, como um ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal cometeu este erro grotesco, inconsequente de tentar sair ilegalmente do país? 
Deu mole! Agora é aguentar o rojão! 

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