Compromisso foi firmado em encontro com empresários e lideranças; entidade projeta desenvolvimento para toda a Baixada Fluminense
Por Alcy Maihoní
A Baixada Fluminense há muito tempo espera por iniciativas que de fato impulsionem seu desenvolvimento, e é com essa esperança que acompanho a atuação da ADESBF — Associação de Desenvolvimento Econômico e Social da Baixada Fluminense, sediada aqui em Nova Iguaçu. Trata-se de uma entidade privada sem fins lucrativos que funciona como verdadeira incubadora de projetos, debatendo políticas públicas e lutando pela geração de emprego e renda. Entre suas metas ousadas, destaco: pesquisas nas áreas ambiental, econômica e social; capacitação profissional; plataforma de inteligência artificial para a saúde; reativação do Aeroporto de Nova Iguaçu; implantação do VLT sobre trilhos da Pavuna a Nova Iguaçu; criação de um Distrito Industrial; construção de um Centro de Convenções; e implantação de um Parque Ecológico na Reserva de Tinguá.
Ontem, sexta-feira, 24 de setembro, participei de um encontro importante no Hotel Mercure, situado na Rua Mário Guimarães, nº 520, no Centro de Nova Iguaçu, onde o presidente da ADESBF, Dr. Sergio Almeida, apresentou um diagnóstico socioeconômico da realidade atual de Nova Iguaçu e em seguida o candidato a deputado estadual Valdecy da Saúde (PL) 2️⃣2️⃣6️⃣1️⃣5️⃣ a empresários, representantes da sociedade civil e lideranças comunitárias. Na ocasião, ele se comprometeu formalmente a unir esforços e manter de pé a bandeira pela reabertura do Aeroporto de Nova Iguaçu. Um compromisso que considero fundamental e que muitos políticos iguaçuanos, infelizmente, deixaram de lado. Pior: há quem pretenda transformar esse rico patrimônio público em um simples parque, desperdiçando todo o potencial econômico e social que a reativação pode trazer.
O encontro foi um sucesso não apenas pela presença de pessoas comprometidas, no entanto pela receptividade e pela troca produtiva de ideias que ali aconteceu. Vejo nessa parceria um caminho sólido: a ADESBF traz os projetos técnicos e a visão de futuro; Valdecy da Saúde, com sua trajetória conhecida e sua proximidade com a população, pode levar essas propostas à ALERJ e ao Palácio Guanabara, transformando-as em ações concretas. Não se trata de apoiar um nome apenas, todavia de abraçar um conjunto de metas que pode mudar a realidade não só de Nova Iguaçu, mas de toda a região.
Não podemos aceitar que Nova Iguaçu, reconhecida como a capital da Baixada, permaneça entre os municípios de pior desempenho regional, ficando abaixo da média estadual em todos os indicadores. É hora de virar essa página: com o aeroporto reaberto, indústrias instaladas, empregos gerados e turismo preservado, nossa gente pode enfim prosperar. Rumo à vitória, sim! Mas rumo, sobretudo, ao desenvolvimento justo e sustentável que a Baixada Fluminense merece e há tanto tempo espera.



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